Sanebavi realiza Operação Caça-Vazamentos para reduzir perda de água tratada em Vinhedo

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Ação faz parte do Plano de Redução e Combate às Perdas, uma série de estratégias para minimizar o desperdício nas redes de distribuição

A Sanebavi está realizando a Operação Caça-Vazamentos, uma varredura nas redes de distribuição de água de Vinhedo em busca de vazamentos ocultos, que não ficam visíveis na superfície do solo e podem gerar grandes prejuízos aos sistemas de abastecimento. A importante ação, iniciada na semana passada, vai otimizar o uso de água tratada e evitar desperdícios.
“O bom uso da água tratada é um dos pilares da sustentabilidade. A Sanebavi está realizando uma série de investimentos em Vinhedo para ampliar a oferta de água de qualidade aos moradores e também para reduzir perdas no sistema. Essa iniciativa é ainda mais relevante frente ao período de escassez hídrica que estamos enfrentando”, disse o prefeito Dario Pacheco.
A Operação Caça-Vazamentos é um dos investimentos na melhoria da distribuição de água tratada e garantia do abastecimento nos bairros, e faz parte de um conjunto de estratégias do Plano de Redução e Combate às Perdas no município, que atualmente atinge cerca de 35% do volume de água disponibilizado.
“Esse trabalho evita o aumento dos custos de produção e operação, a contaminação da água despressurizada na rede, além de danos ou degradação de vias devido a infiltrações de água, dentre outros. Por isso o controle de perdas no sistema de abastecimento é tão importante e deve ser uma ação permanente”, explicou Jaderson Spina, Superintendente da Sanebavi.
Equipes treinadas da Sanebavi percorrem as ruas dos bairros de Vinhedo com o uso de equipamentos de detecção acústica, como hastes de escuta (filtro de linha) e dos chamados “geofones eletrônicos”, que possibilitam ouvir ruídos sob o chão, utilizando a prospecção do eco. Uma vez detectado o vazamento ou outra irregularidade, é feita a marcação do ponto identificado para que as equipes de manutenção possam reparar a rede.
“Esses vazamentos ocultos, não afloram à superfície das vias, infiltram no solo ou escorrem para galerias de drenagem. São geralmente vazamentos de menor porte, mas que, muitas vezes, ficam longo tempo sem serem percebidos, impactando os sistemas de abastecimento e aumentando os índices de perdas”, explicou o diretor de Perdas e Controle da Sanebavi, Carlos Bocci.