Licitação vai definir empresa responsável pela construção de elevatória no Marambaia

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Na próxima quarta-feira, dia 12, será definida através de concorrência pública, a empresa responsável pela construção da Estação Elevatória de Esgoto no condomínio Marambaia.

A obra está orçada em R$2.629.561,80 e a maior parte dos recursos (R$ 1.972.171,35) virá de repasse feito pela Caixa Econômica Federal /Consórcio PCJ e o valor restante, R$ 657.390,45, será investido pela Sanebavi (Saneamento Básico Vinhedo).

A Estação Elevatória será construída dentro do condomínio, na rua Igaratá, e o prazo de conclusão da obras é de doze meses a partir da emissão da ordem de serviço. 

A construção da Estação Elevatória vai contribuir com a coleta do esgoto dentro do condomínio que ainda funciona pelo sistema de fossas e tem os efluentes tratados pela Sanebavi.

Com a rede de esgoto pronta em todo o condomínio, a Elevatória será responsável por levar o esgoto das residências até a ETE Capivari, onde será tratado.

Esse é apenas um dos vários investimentos feitos no condomínio Marambaia. Nos últimos anos, a Sanebavi construiu em parceria com o residencial, o Reservatório Marambaia, na rua Araras, com capacidade para armazenar um milhão de litros de água tratada. O outro reservatório dentro do condomínio, o Ourinhos, que tem capacidade para armazenar 220 mil litros de água, também foi revitalizado.

A Sanebavi também efetuou nos últimos dois anos a troca de 899 hidrômetros por novos aparelhos, aferidos pelo Inmetro e que garantem a leitura correta de consumo de cada residência. Essa ação faz parte do programa de redução de perdas do município e que garante uma melhor distribuição de água para a cidade.

Além disso, a Sanebavi está instalando uma válvula redutora de pressão para  melhorar a distribuição e controlar a força da água quem vem do reservatório da rua Araras, que fica na parte alta do condomínio, até o reservatório Ourinhos que abastece um outro setor do residencial.

A válvula vai permitir uma melhor distribuição de água do reservatório até as residências, acabando com o problema de excesso de pressão que, em algumas situações estourava a tubulação de PVC, gerando transtornos aos moradores.

Um registro também foi instalado no início da rua Ourinhos para controlar a distribuição de água para um setor que abastece cerca  de 15 casas. Antes dessa instalação, a realização de qualquer trabalho nesse trecho exigia o fechamento do registro principal, deixando todo o condomínio sem água.